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Hoje (6), aconteceu a final da WESG LATAM 2021 na modalidade feminina de Counter-Strike: Global Offensive na etapa regional brasileira, em sua segunda edição, entre FURIA e mibr. Às 15h, deu-se início à última etapa de uma caminhada furiosa rumo ao prêmio de quase R$ 12,5 mil na Arena Jeunesse, no Rio de Janeiro.

1º MAPA – MIRAGE (PICK MIBR) – 16X10

No primeiro mapa, Mirage, mibr começou garantindo o round pistol em seu mapa de escolha. Em seguida, a equipe fechou 5 pontos em sequência no lado terrorista. Logo a FURIA se aproximou, a kaah garantiu a kill contra a bokor e fechou a primeira metade em 8×7. Ainda que a equipe tentou se recuperar, a mibr fechou o primeiro mapa em 16×10. O destaque ficou para a FLY.

2º MAPA – TRAIN (PICK FURIA) – 16X13

Com o time anfitrião abrindo o placar, a primeira metade da Train foi marcada por boas kills da julih com a sua teco-teco, que colaboraram para uma série de 5 rounds por parte da mibr. A segunda metade também foi iniciada pela FURIA, que seguiu para jogadas equilibradas com as adversárias, com direito a clutch da annaEX.

Por 16×13, as furiosas conquistaram o primeiro ponto da série em seu mapa de escolha.

3º MAPA – OVERPASS (DECIDER) – 16×11

Com um round faca, a FURIA inaugurou o mapa do lado contra-terrorista com seu primeiro ponto no pistol, e mantendo a boa campanha, travou o placar em 8×0 de vantagem. A mibr buscou, a bokor garantiu no clutch com o round pistol e a equipe seguiu com rounds calmos, mas sem sucesso. Favoritismo ou não, a superioridade da FURIA marcou a decisão, garantindo a vitória da WESG LATAM 2021 em um placar de 16×11.

Ao final, conversamos com a equipe e apontamos três questões consideradas importantes para a decisão que levou à conquista do campeonato. Veja como se deu a caminhada da FURIA na opinião das jogadoras Iza, Gabi e o coach, Nandin:

Em primeiro lugar, logo após a vitória em um mapa apertado, a Overpass iniciou com folga. Como foi não deixar a ansiedade apertar na série de rounds rápidos e deixar a mibr aproximar no placar?

“Entramos confiantes na Overpass pois já temos ele há bastante tempo já e apenas fizemos o que sabemos fazer dentro do servidor. Os pauses também são importantes pois não deixamos a emoção e ansiedade de ganhar tomar conta, mantendo o pé no chão”, comenta Izaa.

Também, vocês sempre comentam sobre não deixar o favoritismo pesar e estar estudando o time adversário constantemente. Como foi estudar o mibr, com tão pouco tempo de formação e anunciada após 10 anos de hiato?

Para a Gabi, o time da mibr tem uma base de jogadoras que já jogavam juntas em outra equipe, então elas já possuíam uma noção do jogo da equipe. “Nos últimos meses, tiveram bastante jogos de campeonatos e conseguimos assistir e estudar um pouco o time”.

Para finalizar, o que vocês acreditam que foi o ponto chave para garantir a vitória?

Para a resposta desta pergunta, Nandin resume a uma palavra e deixa claro a sinergia entre a equipe: “Confiança. Mas não [somente] sobre Furia vs Mibr, não importava quem estava do outro lado, eu senti uma confiança absurda entre nós seis ali no palco e nos bastidores, uma família unida mesmo, que já vem passando por altos e baixos juntos, chorando, rindo juntos e sempre se reerguendo. Ali no momento que importava, elas chamaram a responsabilidade e deram confiança umas para as outras e isso trouxe o resultado que vimos”.

PRÊMIO BREAK THE GAME

Ao final, a jogadora Izaa garantiu o prêmio especial Break The Game, da patrocinadora oficial Kit Kat, sendo o destaque da modalidade. “Eu estou muito feliz, nada seria possível sem meu time, nada seria possível sem elas”, diz a capitã da FURIA e melhor jogadora da partida.

 

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