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Dia 31 de Outubro comemora-se o Halloween, nosso querido Dia das Bruxas, e durante a semana, fizemos posts diários nas nossas redes sociais sobre jogos, filmes etc nessa temática. Hoje vamos postar alguns contos macabros autorais das redatoras da You Go Girls. Esperamos que você morra de medo!

Jogo Macabro

Quer fazer uma experiência sobrenatural, eu te desafio, mas não vale trapacear, afinal se fizer isso eu irei saber. 
Primeiro passo: Você deve fechar as portas e janelas, deve deixar tudo bem escuro, agora deverá respirar lentamente e imagine que tem alguém atrás de você… Mas não pode se virar pra olhar. Essa criatura tem uma face horrenda e respira pesadamente, nesse exato momento ela está bem próxima da sua nuca, e se você se concentrar pode ouvir ela dizer seu nome, como um sussurro. Já disse que não deve olhar, pois quem ousa olhar não acaba bem, então se concentre, estamos chegando ao final desse jogo, nesse ponto você deve se levantar e ir até a porta. Abra-a. E um aviso, você não sabe quem te espera lá fora. Boa sorte!
– Glenda Kelly

A Foto

Era um dia de verão, eu e meus amigos estávamos andando pela rua voltando da escola, eles se despediram e segui por mais três ruas até minha casa. No meio do caminho, avistei um papel enrolado com uma fita vermelha, aquilo me deixou curiosa, peguei o papel e entrei em casa. Joguei minha bolsa no chão e pulei na minha cama com o papel em forma de rolo, abri e me deparei com a foto de uma menina muito bonita, com uma cara triste e com sinal de paz e amor nos dedos.

Depois de muito analisar a foto, coloquei ela na minha gaveta e fui fazer as coisas que estava acostumada, joguei vídeo game e conversei com alguns amigos na call, e por fim chegou a noite. Pronta pra dormir agora, resolvi ver a foto mais uma vez, e por mais estranho que pareça, a menina não estava mais triste, ela sorria… Acho que vi a foto distraída, pois não me lembrava de vê-la sorrir, como já estava achando que era loucura, preferi ir dormir, pois o outro dia seria cansativo.

Noutro dia levantei cedo pra ir à aula e quando eu saí no quintal, vi uma menina agachada colhendo uma flor, quando ela percebeu que eu estava olhando, me olhou e se levantou… Começou a ir embora, mas a garota era a mesma da foto!?! Com a mesma roupa, eu havia pego a foto mais cedo, retirei ela da bolsa e tinha certeza era a mesma garota, saí em direção dela antes que a perdesse de vista, e quando estava atravessando a rua, o ônibus escolar me atropelou, a foto agora estava caída no chão, mas ao invés de dois dedos, haviam três, e nesse momento você recebeu a foto.
– Glenda Kelly

Descubra

No fim de semana, convidei alguns amigos para minha casa. Estávamos todos alegres e como era noite de Halloween, resolvemos fazer o jogo do copo. Rapidamente apagamos as luzes da sala, acendemos algumas velas e sentamos em círculo, todos colocaram o dedo indicador no centro do copo e pegamos o tabuleiro Ouija, com letras, números e “Sim” e “Não”. Minha amiga fez a primeira pergunta: “Tem algum espírito nessa sala?”, fiz uma pressão com os dedos e empurrei o copo para cima do “Sim”. Mesmo no escuro, pude sentir a respiração deles pesar, por dentro quis rir. Agora era vez de Simon: “Você é um espírito maligno?”, e mais uma vez empurrei o copo para cima do “Sim”. Alguém quis desistir da brincadeira e eu avisei que tinha que pedir ao espírito para sair da roda. “Não quero mais brincar, posso sair?”, e sem que eu fizesse nenhuma força, o copo foi bruscamente formando a frase: “Agora não”. Alguém deve estar fazendo o mesmo que eu, pensei. “Você vai ficar aqui a noite toda?”, e mais uma vez o copo foi velozmente para cima do “Sim”. “Qual seu nome?”, a Ana perguntou e o copo se moveu lentamente pelas letras… “D-E-S-C-U-B-R-A”. Estava sentindo um frio na barriga, sabia que todos estavam com medo naquela hora. “Você quer matar alguém hoje?”, perguntei na minha vez e o copo continuou em cima do “Sim” imóvel. Simon sentado ao meu lado segurou minha mão suada. “Quem?”, perguntou.
Nesse momento, o copo começou a se mover disparado por cima das letras e formou a frase: “Está na frente do monitor.”

– Gisele Oliveira

O Restaurante

Eu tinha uma vida pacata em uma cidadezinha de interior, não tinha muita coisa de diferente na minha vida, acordava, ia para o trabalho, às vezes passeava em uma das praças que havia por perto e sempre tirava um tempo para apenas observar ao meu redor.
Certo dia em uma das minhas voltas pela cidade, reparei que havia aberto um novo restaurante, e como um amante de uma boa comida, planejei minha visita. Chegando a esse restaurante era bem requintado, com bastante ar de elegância, olhei o cardápio e havia muitas opções, verifiquei que em uma delas estava escrito “O prato do chefe”, então decidi experimentar, talvez fosse a experiência mais emocionante da minha vida nos últimos meses, acenei para o garçom, pedi o meu prato, algum tempo depois ele retornou com o pedido, que por sinal era bem bonito aos olhos e também parecia super apetitoso, após minha refeição que estava incrível, decidi que iria pra casa, mas iria voltar outras vezes, pois o lugar era magnifico. Desde então sempre que possível eu frequentava o restaurante, os garçons já me conheciam e acabava por trocar alguns pensamentos com eles. Porém algo muito estranho estava acontecendo na cidade, havia um grande número de desaparecimentos, por toda cidade havia cartazes de procura, a policia suspeitava de tráfico de humanos, mas nada muito sólido de ser sustentado, então eu tomava cuidado quando estava na rua, pois estava um tanto quanto estranho a cidade, nem se via muita gente nas ruas como era de costume, e meu único hobby estava sendo frequentar aquele restaurante.
Certa vez o restaurante abriu uma promoção e ganhei, deveria me apresentar em uma sexta-feira para conhecer o local especial do restaurante, eu estava super ansiosa, me produzi toda para o dia. Chegando ao local fui levada para a parte interna do estabelecimento e ao invés de ficar maravilhosamente encantada, estava horrorizada com a cena com que me deparei, haviam corpos por todos os lados, sangue e mais sangue e o chefe do local estava sorrindo sarcasticamente para mim, me virei depressa para sair daquele local, mas um dos garçons já estava atrás de mim, ele segurou meus braços por trás e com uma faca direto na minha garganta ele sorriu, na parede havia uma enorme lista com nomes, o meu também estava lá, mas adivinha quem era o próximo, exatamente… Você.
– Thais Abreu

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